guia de fala, não teleprompter — dizer com as próprias palavras, na ordem dos blocos
Meu nome é Pablo Ramon, sou arquiteto e um dos sócios da Paralelo.
A parte de projeto aqui dentro é comigo: eu desenho os empreendimentos e respondo por como cada um deles vai ser.
Antes de desenhar qualquer coisa, eu vou no terreno.
Ando pelo entorno, vejo de onde vem o sol, o que tem na rua, quem é a pessoa que vai usar aquele espaço.
Isso me diz muita coisa.
Quando eu sento pra desenhar, boa parte das decisões já veio dali.
Tem uma coisa que a gente combinou desde que a Paralelo nasceu: cada empreendimento nosso precisa ter uma história pra contar.
Não é o mesmo prédio mudando de endereço.
Se um projeto meu couber em qualquer terreno da cidade, pra mim ele ainda não está pronto.
A estética sempre foi um traço forte do meu trabalho, e continua sendo.
Mas com o tempo eu fui entendendo que arquitetura se faz pra pessoa viver dentro.
Então a forma tem que vir junto com a função.
Se ficar bonito e a pessoa não conseguir viver bem ali, eu errei.
A parte mais difícil do meu trabalho é tirar do papel exatamente aquilo que eu imaginei, sem estourar o custo e sem entregar menos do que foi combinado.
É nisso que eu passo a maior parte do tempo.
Eu não gosto de criar por criar. Cada coisa que está desenhada ali tem um motivo de estar.
"Se um projeto meu couber em qualquer terreno da cidade, pra mim ele ainda não está pronto."
guia de fala, não teleprompter — dizer com as próprias palavras, na ordem dos blocos
Meu nome é Leonardo Assis, sou engenheiro civil e sócio da Paralelo.
Quem responde pela obra aqui dentro sou eu.
São vinte e um anos nesse mercado.
Já entreguei cinquenta e seis torres em Natal e na Grande Natal, entre residencial, comercial e retrofit. Perto de 450 mil metros quadrados construídos.
Trago esse tempo de estrada pra dentro da Paralelo. Foi nesses anos que eu aprendi onde uma obra costuma dar errado.
Obra bonita é consequência de obra bem feita.
Se ela estourar o custo, atrasar ou vier com qualidade ruim, não adianta ter a arquitetura mais bonita do mundo.
O que vai ficar pro cliente é o problema.
Na prática, o meu dia é acompanhar.
Eu não abro mão de estar no canteiro, ver a obra andando, conversar com quem está executando.
E a gente senta em cima do cronograma pra saber quando cada etapa acontece, como acontece e quanto ela custa.
É esse acompanhamento que evita surpresa lá na frente.
Pro cliente, isso quer dizer uma coisa simples: ele sabe onde o dinheiro dele está.
A gente senta, mostra número e mostra prazo, e ele acompanha a obra dele tão de perto quanto a gente.
É esse rigor que eu vou colocar em cada projeto da Paralelo.
O que está no papel é o que vai ser entregue.
"Obra bonita é consequência de obra bem feita."
guia de fala, não teleprompter — dizer com as próprias palavras, na ordem dos blocos
Meu nome é Mário Marinho, sou sócio da Paralelo e cuido da parte financeira.
Modelo do negócio, viabilidade e o controle do dinheiro ao longo da obra passam por mim.
Estou em incorporação desde 2003.
Passei por cerca de setenta empreendimentos no Rio Grande do Norte e na Paraíba. Comecei como contador, depois fui diretor financeiro de uma das maiores construtoras do estado.
Desde 2015 sou perito judicial do Tribunal de Justiça. É esse olho de perito que eu levo pra dentro de cada conta da Paralelo.
Todo projeto nosso começa pela viabilidade.
Antes de qualquer coisa, eu quero ver a previsão financeira casando com o orçamento real da obra.
Construção é um negócio de anos, e nesse tempo o mercado mexe. Já vi o aço subir setenta por cento de um ano pro outro.
Quando isso acontece, alguém precisa saber de onde vai sair a diferença pra conta continuar fechando. Esse alguém sou eu.
E o cliente acompanha isso comigo.
A cada etapa ele vê o que foi orçado, o que já foi gasto e o que ainda falta gastar.
Sem caixa preta.
Eu penso em segurança antes de pensar em rentabilidade.
Ninguém coloca dinheiro num projeto de anos sem ter certeza de que a conta fecha do começo ao fim.
Quando essa parte está firme, o retorno vem.
"Eu penso em segurança antes de pensar em rentabilidade."